Passeo Condomínio Club

Fachada da Portaria

Passeo Condomínio Club

Piscina Climatizada Adulto e Infantil

Passeo Condomínio Club

Fachada das Torres - 13 andares com 02 elevadores, 01 e 02 Vagas Cobertas

Passeo Condomínio Club

Vista Aérea do Empreendimento com as 4 Torres

Passeo Condomínio Club

Área de Lazer de Passeo

Mostrando postagens com marcador madeira de demolição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador madeira de demolição. Mostrar todas as postagens

23 de outubro de 2010

Como escolher pisos de madeira de demolição


Quando todos parecem ter olhos para o novo, ele surge na contramão. Proveniente de casarões e galpões antigos, encanta pelos vestígios impressos na superfície – riscos, veios profundos, restos de tinta. “A sustentabilidade fez despertar o interesse pelo reúso de madeiras que seriam descartadas”, diz o designer de interiores paulista Fábio Galeazzo. Muitos elegem o piso de madeira de demolição pelo aspecto rústico. “Deixa o ambiente aconchegante”, opina a arquiteta Karina Afonso, também de São Paulo. A intensa procura, inclusive, estimulou a indústria a criar exemplares novos que imitam a textura do material antigo. Clique nos itens abaixo para conferir as dicas de como comprar e instalar, depois encante-se com ambientes que exibem este belo piso.


Compra segura

Nesse cenário, é preciso atenção para não ser enganado e levar gato por lebre. Segundo Elias da Rosa, proprietário da Natufloor, de São Paulo, peças originais possuem furos de pregos, ranhuras inconstantes e bitolas diferentes. Por isso, é mais seguro adquirir o material antigo ou novo de empresas que respondem pelo revestimento e também pelo preparo, instalação e assistência técnica. Quem preferir arrematar o lote fechado de depósitos e demolições deve ter em conta uma perda de entre 15 e 30% (peças deterioradas, que acabam inutilizadas). Além disso, é preciso contar com um marceneiro de confiança, já que a instalação desse tipo de piso requer grande habilidade.


Soluções sob medida

Segundo o arquiteto paulista Fabio Levi, a madeira mais comum em demolições é a peroba-rosa de velhos pisos ou vigamentos. Estes últimos oferecem comprimento e bitolas maiores – e por isso mesmo costumam custar caro. Na percepção do arquiteto Gustavo Dias, especialista na renovação de construções históricas de Tiradentes, MG, a peroba é artigo escasso; o cedro, raríssimo. Ele trabalha usualmente com canela-parda e canela-preta. E, assim como outros profissionais, prefere repetir a função inicial: assoalho segue assoalho, viga continua viga. “Os pisos antigos são gastos de uma maneira própria, cuja beleza é difícil de reproduzir”, justifica. Vale lembrar que nesse mercado não existem apenas peças centenárias e espécies raras. Depósitos e casas em demolição também dispõem de madeiras extraídas mais recentemente, caso do ipê.


Preparo cuidadoso

Tudo começa pela limpeza (feita preferencialmente com máquinas de água e alta pressão, em vez de substâncias químicas corrosivas, que podem danificar a madeira). Uma vez secas, as réguas precisam ser aplainadas para ficar com a mesma espessura. Há quem utilize apenas a face desgastada pelo tempo. Outra opção é aproveitar também o lado liso para evitar perdas. Só então as peças são cortadas na lateral para ganhar encaixes do tipo macho e fêmea (o mais comum) ou empena (espécie de chanfrado). Se planejadas como junta seca, elas ficarão lado a lado, sem encaixes – de efeito mais rústico. Nesse caso, costuma-se dispensar posteriormente a massa de calafetação (aplicada no encontro das réguas) e adotar cera no acabamento. Todas essas tarefas cabem ao fornecedor do material, ao depósito ou ainda ao marceneiro e são feitas numa oficina. “Retiro os pregos e tampo os buraquinhos o mínimo possível, com massa F12 [Fusecolor], para não alterar as características da madeira”, diz Getúlio José dos Santos, da Antigão Demolições, de São Paulo. Ele também tinge ou mantém restos de tinta, de acordo com o gosto do cliente. Se necessário, faz-se ainda a descupinização preventiva – embora espécies como peroba-rosa, ipê, canela e jatobá sejam naturalmente resistentes.


1. Feita com resíduos de madeira de reflorestamento, a régua da linha Amazonic imita demolição. Da Casa Fortaleza, tem 15, 20, 25 ou 30 cm de largura e comprimento de 2,70 m. A partir de R$ 350 o m². 2. Peroba-mica com ranhuras transversais imitando demolição. Da Pau-Pau, tem 10, 15 ou 20 cm de largura – comprimento sob medida. De R$ 215 a R$ 250 o m² colocado. 3. Peroba de demolição lixada, com restos de tinta. Da Lavoro & Arte, mede 20 cm de largura e de 2 a 3,50 m de comprimento. R$ 280 o m² instalado. 4. Régua (10 ou 15 cm) de peroba com ranhuras feitas a máquina e pintura ebanizada à base de epóxi. Da Natufloor, tem cores e comprimentos variados. R$ 320 o m² instalado. 5. Piso (6, 7, 10, 15 ou 20 cm) de cumaru envelhecido com até 2,10 m de comprimento. Da Recoma, R$ 308 o m² instalado. 6. Peroba-rosa envelhecida (20 cm) e com resina fosca, da Assoalhos Morumbi. Tem até 2,50 m de comprimento. R$ 140 o m² sem instalação e R$ 245 o m² instalado.
7. Peroba-mica envelhecida (de 5 a 30 cm), com encaixe macho e fêmea e resina ou cera. Cerca de R$ 290 o m² colocado, na Aroeira. 8. Assoalho (15 cm) de cumaru tipo demolição, da linha Antiquity, da Indusparquet. Com comprimento de até 5 m. R$ 276 o m² colocado. 9. Régua (20 cm) de araucária legítima, entre 3 e 5 m. Na Terra Brazil, R$ 240 o m². 10. Cedro envelhecido (de 10 a 40 cm), na cor cinza-antigo. Alcança 6 m de comprimento. De R$ 250 a R$ 500 o m², na Terra Brazil.

1. Canela de demolição (de 5 a 30 cm) com até 3 m de comprimento e encaixe macho e fêmea. Já com cera ou resina, tem preço que começa em R$ 320 o m² colocado. Da Aroeira. 2. Cumaru envelhecido (10, 15 ou 25 cm), com comprimento variado e encaixe macho e fêmea, da Parquet SP. Cerca de R$ 285 o m² instalado.

3. Miolos de cruzeta antiga com acabamento ebanizado e disposição no padrão escama de peixe. Do Empório dos Dormentes, em tamanhos sob encomenda. R$ 360 o m², incluindo a instalação. 4. Peroba de demolição, que preserva restos de tinta. Da Lavoro & Arte, mede 20 cm de largura e 2 a 3,50 m de comprimento. R$ 280 o m² instalado.

5. Réguas de peroba-rosa de demolição (5 cm), colocadas de forma aleatória. Da Assoalhos Monet, possuem até 2,90 m de comprimento. R$ 159 o m² instalado, com acabamento natural. 6. Mistura de frisos envelhecidos de perobinha, com encaixe macho e fêmea e verniz fosco. Tem largura de 6, 7, 10, 15 ou 20 cm e comprimento até 2,10 m. Da Recoma, R$ 308 o m² colocado

Onde Comprar

Confira a seguir empresas que comercializam piso de madeira de demolição, indicadas por arquitetos de São Paulo.

São Paulo

- Hydrotech - tel. (11) 3832-1924, São Paulo.
- Lauro Murakami - tel. (11) 3097-9812, São Paulo.
- O Relicário Antiguidades - tel. (11) 4412-4644, Atibaia.
- Velho Brasil - tel. (11) 3894-5700, São Paulo.

Fonte : Casa.com.br

Google Street - Passeo Condomínio Club